Façamos o seguinte exercício. Imaginem o país sem o Bloco de Esquerda, sem o seu projecto alternativo. Imaginem o parlamento sem os deputados do Bloco de Esquerda, sem a sua oposição desassombrada. Agora, imaginem como será Palmela com o Bloco de Esquerda na Câmara, na Assembleia, nas freguesias.
Mobilizaremos a participação dos cidadãos para a construção de um projecto político de esquerda, construído com e pelas pessoas. Pretendemos construir espaços de aprendizagem e partilha, reflexão e debate, intervenção e transformação da realidade, enraizando novas dinâmicas de acção que coloquem as pessoas no centro das decisões.
O desafio lançado é assim o de aliar a imaginação ao conhecimento concreto dos problemas. Desse encontro garantiremos maior representatividade das expectativas, anseios e aspirações dos cidadãos, mas também maior responsabilização política. O Bloco contribuirá sempre para a constituição da espinha dorsal de projectos políticos que se debatam pela urgência dos valores de esquerda. O Bloco é sujeito político de transformação social e por isso é alternativa. Uma esquerda plural, combativa e influente, capaz de reconstruir a esperança.
No Bloco de Esquerda escutamos a vontade de mudança, particularmente da geração que emerge, exigindo não viver pior que os seus pais. No Bloco de Esquerda assumimos a difícil e desafiante tarefa de mudar o estado de moleza e descrença na política e nos políticos. Esta descrença é resultado de uma governação do Partido Socialista que, assumindo as dores do falhanço das políticas neoliberais, tem-se colocado sempre do lado dos mais fortes, dos mais poderosos, dos mais ricos; exigindo, não a estes, mas aos mais pobres, aos mais desprotegidos, as jovens precários que paguem a crise, que paguem a crise em que eles próprios nos meteram.
É este o ponto de partida. Aqui e agora, conto com todas e todos os palmelenses que amam a sua terra, que sentem dela um profundo orgulho e que a querem tornar melhor. Aqui e agora, com o Bloco de Esquerda. Aqui e agora, contem comigo.
Conhece aqui a intervenção completa de apresentação de candidatura.
Mobilizaremos a participação dos cidadãos para a construção de um projecto político de esquerda, construído com e pelas pessoas. Pretendemos construir espaços de aprendizagem e partilha, reflexão e debate, intervenção e transformação da realidade, enraizando novas dinâmicas de acção que coloquem as pessoas no centro das decisões.
O desafio lançado é assim o de aliar a imaginação ao conhecimento concreto dos problemas. Desse encontro garantiremos maior representatividade das expectativas, anseios e aspirações dos cidadãos, mas também maior responsabilização política. O Bloco contribuirá sempre para a constituição da espinha dorsal de projectos políticos que se debatam pela urgência dos valores de esquerda. O Bloco é sujeito político de transformação social e por isso é alternativa. Uma esquerda plural, combativa e influente, capaz de reconstruir a esperança.
No Bloco de Esquerda escutamos a vontade de mudança, particularmente da geração que emerge, exigindo não viver pior que os seus pais. No Bloco de Esquerda assumimos a difícil e desafiante tarefa de mudar o estado de moleza e descrença na política e nos políticos. Esta descrença é resultado de uma governação do Partido Socialista que, assumindo as dores do falhanço das políticas neoliberais, tem-se colocado sempre do lado dos mais fortes, dos mais poderosos, dos mais ricos; exigindo, não a estes, mas aos mais pobres, aos mais desprotegidos, as jovens precários que paguem a crise, que paguem a crise em que eles próprios nos meteram.
É este o ponto de partida. Aqui e agora, conto com todas e todos os palmelenses que amam a sua terra, que sentem dela um profundo orgulho e que a querem tornar melhor. Aqui e agora, com o Bloco de Esquerda. Aqui e agora, contem comigo.
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