«Exmo. Sr. ou Sr.ª:
Em resposta ao v/fax de 15 de Junho, com pedido de esclarecimento somos a esclarecer o seguinte:
1. Nos considerandos da vossa missiva é feita alusão a uma “antiga escola primária, devoluta e sem condições”. A este propósito convirá esclarecer que tal menção é imprecisa, pois no edifício (que é particular) o que funcionou foi um ginásio/escola de actividades físicas, mas de iniciativa privada.
2. A Junta de Freguesia de Pinhal Novo não tinha conhecimento que o prédio estava ocupado.
3. O edifício em causa não apresentava quaisquer sinais exteriores de degradação, apresentando na fachada, portas e janelas fechadas e revestimento em razoável estado de conservação.
4. Segundo informação que conseguimos apurar, o actual proprietário do prédio é a empresa Corigues – Sociedade Construtora do Sul.
5. Na freguesia não existe um número significativo de edifícios em estado de degradação considerando os milhares de fogos existentes, estando porém sinalizados cerca de três dezenas na zona urbana mais antiga, situações que têm merecido a preocupação da Junta, com encaminhamento para a Protecção Civil Municipal.
6. A tragédia ocorrida não tem relação directa com o estado do parque habitacional em Pinhal Novo, trata-se antes de um problema social com outros contornos que a investigação tem vindo a revelar.
7. Quanto aos dois adultos sobreviventes a Junta de Freguesia de Pinhal Novo tem estado, desde o dia da tragédia, em permanente contacto com os serviços da Segurança Social de Setúbal, que têm garantido o apoio em alojamento entre outros, sem necessidade de intervenção directa da autarquia.
Sem outro assunto de momento, apresentamos os melhores cumprimentos.
O Presidente
Álvaro M. B. Amaro»
Em resposta ao v/fax de 15 de Junho, com pedido de esclarecimento somos a esclarecer o seguinte:
1. Nos considerandos da vossa missiva é feita alusão a uma “antiga escola primária, devoluta e sem condições”. A este propósito convirá esclarecer que tal menção é imprecisa, pois no edifício (que é particular) o que funcionou foi um ginásio/escola de actividades físicas, mas de iniciativa privada.
2. A Junta de Freguesia de Pinhal Novo não tinha conhecimento que o prédio estava ocupado.
3. O edifício em causa não apresentava quaisquer sinais exteriores de degradação, apresentando na fachada, portas e janelas fechadas e revestimento em razoável estado de conservação.
4. Segundo informação que conseguimos apurar, o actual proprietário do prédio é a empresa Corigues – Sociedade Construtora do Sul.
5. Na freguesia não existe um número significativo de edifícios em estado de degradação considerando os milhares de fogos existentes, estando porém sinalizados cerca de três dezenas na zona urbana mais antiga, situações que têm merecido a preocupação da Junta, com encaminhamento para a Protecção Civil Municipal.
6. A tragédia ocorrida não tem relação directa com o estado do parque habitacional em Pinhal Novo, trata-se antes de um problema social com outros contornos que a investigação tem vindo a revelar.
7. Quanto aos dois adultos sobreviventes a Junta de Freguesia de Pinhal Novo tem estado, desde o dia da tragédia, em permanente contacto com os serviços da Segurança Social de Setúbal, que têm garantido o apoio em alojamento entre outros, sem necessidade de intervenção directa da autarquia.
Sem outro assunto de momento, apresentamos os melhores cumprimentos.
O Presidente
Álvaro M. B. Amaro»
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