Não queremos uma Palmela a duas velocidades. Porque sabemos que existem naturais condições para que assim seja, queremos um concelho harmonioso. Exigiremos mais serviços públicos e mais desconcentrados. Bater-nos-emos por mais transportes públicos e de qualidade. Daremos voz a quem não tem voz, aos jovens, às mulheres, aos trabalhadores precários, aos idosos. Assumiremos a rebeldia na proposição, assertividade na exigência e a mais forte intransigência na defesa da coisa pública.
Urge desenvolver ao limite a potencialidade na produção agrícola do concelho, como criação de riqueza local, reforçar a simbologia das vindimas, esbater as assimetrias. A extensão do concelho de Palmela exige muitas infra-estruturas. Bater-nos-emos por elas.
Compreendemos que muitos dos problemas em que Palmela se encontra mergulhada, compete ao Governo central assumir as responsabilidades. Porém, Palmela não pode ficar expectante de um despertar tardio. Rompemos a passividade com que, por vezes, o concelho parece ter submergido e assumimos a urgência da defesa dos interesses dos cidadãos junto de todas as entidades.
Combatendo para a concretização das suas justas reivindicações, não descansaremos enquanto houver pessoas sem acesso aos cuidados de saúde, adolescentes sem consulta de planeamento familiar, idosos impossibilitados de comprar os seus medicamentos, crianças e jovens sem praticar desporto em condições dignas, habitações sem ligação ao saneamento básico, localidades sem qualquer meio de transporte público colectivo.
Em Palmela, em Portugal como na Europa, somos oposição à esquerda, com alma, a esquerda de coragem, sem medo de tornar claro cada proposta. Apresentamo-nos com uma atitude radical, porque ser radical é ir à raiz, é aprofundar, somos candidatas e candidatos de corpo inteiro.
Porque estamos de raiz, somos a esquerda que faz a diferença.
Conhece aqui a intervenção completa de apresentação de candidatura.
Urge desenvolver ao limite a potencialidade na produção agrícola do concelho, como criação de riqueza local, reforçar a simbologia das vindimas, esbater as assimetrias. A extensão do concelho de Palmela exige muitas infra-estruturas. Bater-nos-emos por elas.
Compreendemos que muitos dos problemas em que Palmela se encontra mergulhada, compete ao Governo central assumir as responsabilidades. Porém, Palmela não pode ficar expectante de um despertar tardio. Rompemos a passividade com que, por vezes, o concelho parece ter submergido e assumimos a urgência da defesa dos interesses dos cidadãos junto de todas as entidades.
Combatendo para a concretização das suas justas reivindicações, não descansaremos enquanto houver pessoas sem acesso aos cuidados de saúde, adolescentes sem consulta de planeamento familiar, idosos impossibilitados de comprar os seus medicamentos, crianças e jovens sem praticar desporto em condições dignas, habitações sem ligação ao saneamento básico, localidades sem qualquer meio de transporte público colectivo.
Em Palmela, em Portugal como na Europa, somos oposição à esquerda, com alma, a esquerda de coragem, sem medo de tornar claro cada proposta. Apresentamo-nos com uma atitude radical, porque ser radical é ir à raiz, é aprofundar, somos candidatas e candidatos de corpo inteiro.
Porque estamos de raiz, somos a esquerda que faz a diferença.
Conhece aqui a intervenção completa de apresentação de candidatura.
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