Colocar as políticas sociais no centro da democracia, desenvolvendo serviços públicos de proximidade e de apoio à comunidade, contra o ciclo vicioso da invisibilidade, exclusão e discriminação, é a prioridade da lista da candidata Ana Sartóris, do Bloco de Esquerda, à presidência da Câmara de Palmela.A candidata bloquista realça que a sua equipa aposta no lançamento de um plano de reabilitação urbana, com a finalidade de constituir uma bolsa municipal de habitação, por forma a responder à urgência da reanimação e revitalização dos centros históricos, na promoção de uma cultura de solidariedade e intervenção e na definição de estratégias para um desenvolvimento sustentável, que assumam como prioridade o combate às desigualdades e na mobilidade como um direito fundamental dos cidadãos.
«Quero criar uma bolsa municipal de habitação»
Ana Sartóris diz que aceitou encabeçar a lista do Bloco à Câmara de Palmela porque é necessário apostar num «projecto de desenvolvimento de políticas de igualdade num contexto onde hoje
se discute o futuro da Área Metropolitana de Lisboa». E sublinha que é fundamental contribuir para um «novo ciclo» de políticas e de protagonistas políticos, apelar ao inconformismo dos jovens e à sua capacidade de fazer diferente e de dar voz a quem não tem voz.
No que toca ao trabalho do executivo da CDU na autarquia, Ana Sartóris considera que os comunistas «não conseguiram combater a penosa tendência regressiva causada pela crise social que atravessamos», cujos efeitos foram «devastadores» no concelho, onde a figura do lay-off «paira sobre os trabalhadores, a ameaça de encerramento das empresas e a crescente precariedade atinge cada vez mais os jovens». A candidata bloquista defende um concelho mais harmonioso, com mais e melhores serviços públicos desconcentrados, mais transportes públicos e de qualidade, mais infra-estruturas de apoio, mas que, ao mesmo tempo, se desenvolva toda a potencialidade na sua produção agrícola e com a criação de riqueza local, reforçando sempre a simbologia das vindimas.
(Fonte: Jornal Sem Mais)
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