sexta-feira, 9 de outubro de 2009
“TANTA CASA SEM GENTE, TANTA GENTE SEM CASA”

Esta noite, as candidatas e os candidatos do Bloco de Esquerda promoveram a identificação de dezenas de prédios devolutos no centro histórico de Palmela e zona sul do Pinhal Novo, numa iniciativa que pretende apelar à urgência na implementação de um Plano de Reabilitação do Edificado no concelho, que promova o levantamento exaustivo de todos os fogos desocupados e degradados do concelho, com vista à sua requalificação.
Uma centena de cartazes não foram suficientes para identificar cada casa devoluta na Vila de Palmela, revelando o ciclo de abandono e degradação a que tem sido mergulhada. “Tanta casa sem gente, tanta gente sem casa” dita a premência por medidas municipais de revitalização do edificado e de promoção de habitação a custos controlados, com vista à reabitação e reanimação do centro histórico.
O Bloco de Esquerda defende uma política de habitação que combata a especulação imobiliária e que permita o estrito cumprimento do artigo 65º da Constituição, que consagra o direito à habitação por parte dos cidadãos, pelo que propõe a constituição de uma Bolsa Municipal de Habitação e de Arrendamento, dirigida a jovens e aos cidadãos com dificuldades de acesso a habitação.
Em Palmela, o BE defende a requisição temporária das casas não reabilitadas por parte da edilidade, com fim à sua requalificação, e posterior colocação no mercado de arrendamento, durante cinco a dez anos até recuperação total do investimento, sendo posteriormente devolvidas aos proprietários.
Estas são medidas absolutamente essenciais para combater a sangria demográfica e o estado de deterioração do centro histórico da vila de Palmela.
Uma centena de cartazes não foram suficientes para identificar cada casa devoluta na Vila de Palmela, revelando o ciclo de abandono e degradação a que tem sido mergulhada. “Tanta casa sem gente, tanta gente sem casa” dita a premência por medidas municipais de revitalização do edificado e de promoção de habitação a custos controlados, com vista à reabitação e reanimação do centro histórico.
O Bloco de Esquerda defende uma política de habitação que combata a especulação imobiliária e que permita o estrito cumprimento do artigo 65º da Constituição, que consagra o direito à habitação por parte dos cidadãos, pelo que propõe a constituição de uma Bolsa Municipal de Habitação e de Arrendamento, dirigida a jovens e aos cidadãos com dificuldades de acesso a habitação.
Em Palmela, o BE defende a requisição temporária das casas não reabilitadas por parte da edilidade, com fim à sua requalificação, e posterior colocação no mercado de arrendamento, durante cinco a dez anos até recuperação total do investimento, sendo posteriormente devolvidas aos proprietários.
Estas são medidas absolutamente essenciais para combater a sangria demográfica e o estado de deterioração do centro histórico da vila de Palmela.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
ENTREVISTA AO JORNAL IMPACTO DA REGIÃO
O percurso para uma Palmela à esquerda
É a mais jovem candidata à Câmara de Palmela. Aos 28 anos, Ana Sartóris, está pronta a trocar os passos perdidos da Assembleia da República – onde é assessora parlamentar do Bloco de Esquerda – pelos Paços do município de Palmela. À grande mesa das ideias, a candidata mais à esquerda, quer “mobilidade entre todas as freguesias”, “dar vida aos centros com história” e acabar com a Palmela Desporto “em nome de um desporto para todos”.
Nas eleições legislativas e nas europeias, o BE reforçou a participação em todo o país. Palmela não foi excepção e o Bloco cresceu. Nas eleições autárquicas – onde concorre pela primeira vez a todos os órgãos municipais e de freguesia – o BE “pretende aumentar a representatividade nos diversos órgãos autárquicos em que concorremos”. E isso, disse Ana Sartóris ao Impacto da Região, será “um espelho da luta, aqui em Palmela, no social, na defesa da escola pública e por serviços públicos de mais qualidade”.
Lê aqui a entrevista completa ao Jornal Impacto da Regiã0 e vê aqui o vídeo.
sábado, 3 de outubro de 2009
ENTREVISTA DO JORNAL SEM MAIS A ANA SARTÓRIS
Colocar as políticas sociais no centro da democracia, desenvolvendo serviços públicos de proximidade e de apoio à comunidade, contra o ciclo vicioso da invisibilidade, exclusão e discriminação, é a prioridade da lista da candidata Ana Sartóris, do Bloco de Esquerda, à presidência da Câmara de Palmela.A candidata bloquista realça que a sua equipa aposta no lançamento de um plano de reabilitação urbana, com a finalidade de constituir uma bolsa municipal de habitação, por forma a responder à urgência da reanimação e revitalização dos centros históricos, na promoção de uma cultura de solidariedade e intervenção e na definição de estratégias para um desenvolvimento sustentável, que assumam como prioridade o combate às desigualdades e na mobilidade como um direito fundamental dos cidadãos.
«Quero criar uma bolsa municipal de habitação»
Ana Sartóris diz que aceitou encabeçar a lista do Bloco à Câmara de Palmela porque é necessário apostar num «projecto de desenvolvimento de políticas de igualdade num contexto onde hoje
se discute o futuro da Área Metropolitana de Lisboa». E sublinha que é fundamental contribuir para um «novo ciclo» de políticas e de protagonistas políticos, apelar ao inconformismo dos jovens e à sua capacidade de fazer diferente e de dar voz a quem não tem voz.
No que toca ao trabalho do executivo da CDU na autarquia, Ana Sartóris considera que os comunistas «não conseguiram combater a penosa tendência regressiva causada pela crise social que atravessamos», cujos efeitos foram «devastadores» no concelho, onde a figura do lay-off «paira sobre os trabalhadores, a ameaça de encerramento das empresas e a crescente precariedade atinge cada vez mais os jovens». A candidata bloquista defende um concelho mais harmonioso, com mais e melhores serviços públicos desconcentrados, mais transportes públicos e de qualidade, mais infra-estruturas de apoio, mas que, ao mesmo tempo, se desenvolva toda a potencialidade na sua produção agrícola e com a criação de riqueza local, reforçando sempre a simbologia das vindimas.
(Fonte: Jornal Sem Mais)
BE CONTRA A PRECARIEDADE NAS AUTARQUIAS
O Jardim do Largo Maria José dos Santos, em Pinhal Novo, foi o local escolhido para o Bloco de Esquerda denunciar, na quinta-feira, as situações de precariedade que se vivem nas autarquias e no concelho de Palmela.
De acordo com Mariana Aiveca, deputada bloquista eleita por Setúbal, nos últimos anos, o recurso ao vínculo precário no poder autárquico tem vindo a crescer. «A intermediação de empresas de trabalho temporário e o uso abusivo de falsos recibos verdes, estágios e contratos a prazo são procedimentos impostos aos trabalhadores das várias câmaras e empresas municipais do país», sublinha.
Aiveca garante que o Bloco de Esquerda está determinado a lutar pelo fim do trabalho precário nas autarquias, empresas municipais e empresas prestadoras de serviços às juntas de freguesia e câmara municipal.
(Fonte: Jornal Concelho de Palmela)
De acordo com Mariana Aiveca, deputada bloquista eleita por Setúbal, nos últimos anos, o recurso ao vínculo precário no poder autárquico tem vindo a crescer. «A intermediação de empresas de trabalho temporário e o uso abusivo de falsos recibos verdes, estágios e contratos a prazo são procedimentos impostos aos trabalhadores das várias câmaras e empresas municipais do país», sublinha.
Aiveca garante que o Bloco de Esquerda está determinado a lutar pelo fim do trabalho precário nas autarquias, empresas municipais e empresas prestadoras de serviços às juntas de freguesia e câmara municipal.
(Fonte: Jornal Concelho de Palmela)
Subscrever:
Comentários (Atom)